LABORATÓRIO DE  HIDROPONIA
Departamento de Engenharia Rural - CCA - UFSC

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                 CURSO DE HIDROPONIA
 

O Laboratório de Hidroponia - LabHidro - da Universidade Federal de Santa Catarina oferece  Curso de Hidroponia com duração de DOIS DIAS.

Os Cursos
acontecem em finais de semana (sábado e domingo), no Centro de Ciências Agrárias (CCA), Bairro Itacorubi, em Florianópolis - SC, Brasil.


Data do próximo Curso ==> 28 e 29 de novembro de 2009 (28-29/11/2009)
Horário: Sábado:   8:15h às 12:15h - 14:00h às 18:00h
                 Domingo: 8:00h às 12:00h - 14:00h às 18:00h
(Domingo meio-dia costumamos lanchar no local,
                                                                                        para melhorar a aula prática).


VAGAS:  .limite máximo de 32

MINISTRANTE:
O ministrante é o professor e Dr. Jorge Barcelos, que possui experiência prática e teórica no cultivo hidropônico e há 12 anos (doze anos) realiza atividades práticas  nas  instalações do Laboratório de Hidroponia - LabHidro - no Centro de Ciências Agrárias - CCA -  desta Universidade Federal.

RECOMENDAÇÃO:
Se você vai cultivar em sociedade ou parceria, então mostre ao mesmo o quanto é importante que ele também participe do Curso. Duas pessoas pensando junto, tudo fica mais fácil e o crescimento se dá mais rapidamente. A hidroponia absorve muito bem a criatividade. Imagine duas pessoas reunindo conhecimentos, principalmente se forem de áreas (ou características) bem distintas.

COMO FUNCIONA A HIDROPONIA?
           Na hidroponia o cultivo de plantas ocorre sem a utilização do solo, a planta é cultivada em bancadas. É um cultivo limpo onde a planta recebe apenas o que necessita e na dose correta: sol, apoio, água arejada e nutrientes. O produto final é da maior qualidade.


ABRINDO NOVOS HORIZONTES:
          Qualquer pessoa pode adquirir o conhecimento, pois trata-se de técnica relativamente simples, mas requer conhecimento técnico, o que se adquire através do estudo. Para isto basta querer descobrir os segredos da arte de cultivar sem o uso do solo. Você aprende cultivar plantas em vasos (ideais para apartamentos), em bancadas individuais (para fundo de quintal ou apartamento) e com interesse comercial (em estufas agrícolas).
          Com a Hidroponia fica possível cultivar com facilidade sua própria hortaliça, tomate, morango, flores, plantas ornamentais, forragens...
          Na Hidroponia não há espaço para capinas, não há problemas de erosão, pode utilizar água tratada e os investimentos são mais duradouros do que numa lavoura convencional. Aliás, dispensa uso de tratores e seus implementos. Além de economizar água e adubos, o solo da propriedade recebe uma trégua.

          É possível produzir num terreno urbano ou fundo de quintal. Grupos organizados, podem querer projetar hortas comunitárias. Empresas, hotéis e escolas podem produzir sua própria verdura. A hidroponia pode ser utilizada como terapia, já que uma de suas principais características é a leveza das atividades e a elevação da auto estima.

PÚBLICO:
Todos os interessados, mesmo que sejam  leigos no assunto, jovens, aposentados, dona de casa, agrônomos, produtores rurais ou hidropônicos...  

PODE TIRAR FOTOGRAFIAS?

Pode sim! Pode trazer filmadora e máquina fotográfica para registrar as instalações
(mas favor não filmar ou gravar as aulas)  


 

Valor: R$ 250,00 ( há duas vagas para graduandos da UFSC, os quais devem se
                                  inscrever diretamente no Depto de Eng. Rural, com a Andréa,
                                  fone 3721-5426. Eles farão sorteio, nas vésperas )
                                ( há também, duas vagas para moradores de Fpolis, cuja
                                  inscrição tb é na Secretaria do Depto. Eles farão sorteio ).

Inclui: pasta, apostila, papel e caneta, lanche nos intervalos e certificado.

  INSCRIÇÕES: 
  .por internet . . . . . . . . . 
Ficha de Inscrição 
  .
ou  pessoalmente . . .
na sede da Fapeu, que fica no Campus da UFSC.

Dúvidas? Então, segue telefone da Fapeu . . . . (0..48) 3721- 8767  (ou 3721- 9090)
 


 ( Obs: lotado )

 

 

OBS IMPORTANTE:
.Para validação de sua inscrição neste curso de extensão:

1) Preencha a Ficha acima e imprima o Boleto;
2) E
fetue depósito no valor de
R$ 250,00
3) Depois, envie o comprovante de depósito para o fax
  (0..48) 3234-0581 (Aos cuidados de Claiton), pelo menos com seu nome. (ou por arquivo digitalizado via e-mail curso@labhidro.com.br ).
(caso contrário, não saberemos que você está inscrito)
 

 

 

SUGESTÕES DE HOSPEDAGEM: (por conta do aluno)
Opção1: CETRE (Centro de Treinamento da Epagri, ao lado do local do Curso): "...não permitem mais...".

Opção2: imperdível... baratérrima...==> NEIDA HOSTEL (Dona Eneida) (48) 9980-4233
                                                                  "site em alteração"   (0..48) 3233-1387
                                                                  eneidafc60@hotmail.com
              OBS: Hostel não é pousada, nem albergue, nem hotel. É uma casa familiar (enorme) onde há quarto
                       para casal, quarto com 3 camas para moças, quarto com 3 beliches para homens...
              OBS: tem sido a opção mais utilizada por participantes do nosso Curso (quem quer economizar $).


Opção3: A ilha tem muitos hotéis e pousadas. Procurar em "www.guiafloripa.com.br"
              Uma sugestão são as inúmeras hotéis e pousadas na Lagoa da Conceição (7 km do CCA).
              A 600m do local do Curso (quem exige conforto) tem o "Mercure Apartments Florianópolis Itacorubi".
              No Bairro João Paulo (próximo) tem o "Hotel Maria do Mar".


SAIBA COMO CHEGAR AO LOCAL DO CURSO:
LOCAL DO CURSO: Centro de Ciências Agrárias (CCA / UFSC)
                                ATENÇÃO: O local do curso NÃO é na Fapeu. Muitos alunos se dirigem à Fapeu no dia do Curso,
                                                   a qual fica no Campus da UFSC. O CCA é um "mini-Campus" no Bairro Itacorubi.
ENDEREÇO: Rodovia Admar Gonzaga, 1346
BAIRRO: Itacorubi (à caminho da Lagoa da Conceição ou Praia da Joaquina)
CHEGANDO PELA RODOVIÁRIA: Pegue o ônibus para "Terminal Trindade". Do Terminal, pegar ônibus "Santa Mônica" ou o "Itacorubi" (pode ser o "Lagoa" ou o "Barra").
                        (pedir para descer ao lado da Secretaria da Agricultura, no Bairro Itacorubi)
                        (no CCA, procurar o Laboratório de Hidroponia ou o Prof. Jorge Barcelos).
CHEGANDO DE CARRO NA ILHA: seguir pela Beira Mar Norte, rumando para a Lagoa
                        da Conceição ou Joaquina. Bem antes de chegar na Lagoa da Conceição,
                        tem o Bairro Itacorubi (o CCA fica após o segundo "quebra-mola" ou lombada, à direita).

          DATA DOS CURSOS REALIZADOS EM 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009:
          ==> 02 e 03 de março de 2002 <== (ocorrido, com as 20 vagas preenchidas)
          ==> 25 e 26 de maio de 2002 <== (ocorrido, com as 20 vagas preenchidas)
          ==> 20 e 21 de julho de 2002 <== (ocorrido, com as 20 vagas preenchidas)
          ==>
21 e 22 de setembro de 2002 <== (ocorrido, com as 20 vagas preenchidas)
          ==> 23 e 24 de novembro de 2002 <== (ocorrido, com as 20 vagas preenchidas)

         
==> 26 e 27 de abril de 2003 <== (ocorrido, com as 25 vagas preenchidas)
          ==> 23 e 24 de agosto de 2003 <== (ocorrido, com as 23 vagas preenchidas)
          ==> 29 e 30 de novembro de 2003 <== (ocorrido, com 13 vagas preenchidas)
          ==> 06 e 07 de novembro de 2004 <== (ocorrido, com 13 vagas preenchidas)
          ==> 20 e 21 de novembro de 2004 <== (ocorrido, com 08 vagas preenchidas)
          ==> 19 e 20 de março de 2005 <== (ocorrido, com 17
vagas preenchidas)
       
==> 23 e 24 de julho de 2005 <== (ocorrido, com 22 participantes)
       
==> 19 e 20 de novembro de 2005 <== (ocorrido, com 28 participantes)
       
==> 18 e 19 de março de 2006
<== (ocorrido, com 32 participantes)
       
==> 22 e 23 de julho de 2006
<== (ocorrido, com 25 participantes)
       
==> 25 e 26 de novembro de 2006
<== (ocorrido, com 26 participantes)
       
==> 17 e 18 de março de 2007
<== (ocorrido, com 28 participantes)
         
==> 21 e 22 de julho de 2007
<== (ocorrido, com 29 participantes)
       
==> 24 e 25 de novembro de 2007
<== (ocorrido, com 28 participantes)
         
==> 29 e 30 de março de 2008
<== (ocorrido, com 26 participantes)
       
==> 19 e 20 de julho de 2008
<== (ocorrido, com 29 participantes)
         
==> 22 e 23 de novembro de 2008 <== (ocorrido com 37 participantes)
          ==> 21 e 22 de março de 2009 <== (ocorrido com 40 participantes)
          ==> 25 e 26 de julho de 2009 <== (ocorrido com 39 participantes)
          ==> 28 e 29 de novembro de 2009 <== 

 

Como foi o 29o Curso (25 a 26/julho/2009)

O frio tão anunciado chegou, mas o clima da ilha é mais tranquilo! Enquanto no continente estava abaixo de 0, aqui rodeava os 10oC. Mas um bom chá quente e um bom pinhão aqueceram nossos amigos do norte e nordeste. A turma tem crescido e por isso preparamos uma logística de recepção mais minuciosa para melhor atender os participantes. Também, passamos a trabalhar em áreas mais amplas e mais arejadas (orientação por causa da gripe suína). Inovar continua sendo a marca do LabHidro. Esta é a primeira sensação dos participantes. Isto, todos percebem ao chegar na Horta Hidropônica, durante a recepção feita na primeira hora do Curso. Para crescer é necessário se soltar e, por isso, todos são convidados a repensar tudo que, até então, parece óbvio. O resultado é que nas aulas práticas os alunos passam a ver detalhes que são importantes no dia-a-dia. Detalhes que costumam ser esquecidos, mas que fazem a diferença. Detalhes que vão além da teoria. Detalhes, agora, percebido por cada um, mas não necessariamente porque alguém determinou. Assim, cada um volta a sua cidade de origem com bagagem suficiente para atuar e para resolver problemas que são só seus, problemas peculiares. Agora, o amigo de Cuiabá pode retornar ao seu ambiente, que mais parece um caldeirão, e buscar um ponto de equilíbrio na sua hidroponia. Ele não precisa acabar com o calor, mas pode conviver com o calor, pode amenizar o calor e, porque não, pode tirar proveito do calor. E isto vale para todos, como a agrônoma que vai atuar em frente a "terra do fogo" na Patagônia, e ao casal de Urubici, próximo ao "Morro da Igreja", sob frio extremo. Por falar em casal, tivemos a presença de nada menos do que seis casais. Que Deus esteja abençoando-os, mas não só a eles, a todos nós. Que possamos participar desta nova tecnologia que vai desde aparelhos sofisticados até um simples conhecimento, muitas vezes esquecidos na correria de hoje. Um abraço da nossa equipe a cada um de vocês. Continuamos disponíveis. Grato a cada um.

(favor enviar fotos) 

     
 Muito frio e muito aprendizado.

     
Ação e atenção nas aulas práticas. E a salada 100% hidropônica.

 
 
 
 

 

Como foi o 28o Curso (21 a 22/março/2009)

Dois dias ensolarados, típicos de verão, com participantes sedentos por conhecimentos. Na estufa de verduras, alfaces que foram colhidas com 37 dias após a semeadura e rúculas que estavam sendo colhidas desde os 21dias. As alfaces que restavam nas bancadas eram de 30 dias e, meia dúzia já haviam sido colhidas. O representante de Portugal queria ter visto o tamanho das alfaces de 37 dias, mas... é isto!!! A demanda por verduras é muito grande, especialmente nesta época. O consumidor que costuma vir ao LabHidro e que já conhece a qualidade do produto, não mais se importa com o tamanho. Mas os alunos viram que sempre há pequenos segredos: um detalhe aqui... um detalhe ali... No conjunto, vão fazendo a diferença. Um dos detalhes é o plantio de duas sementes de alface por célula de espuma fenólica. Há comerciante que não aceita mais de uma planta na mesma embalagem... mas é uma questão de mostrar para ele que todos saem ganhando. Hoje a hidroponia dá as regras, afinal, ela quebra "um paradigma por dia". E preparem-se: no próximo verão testaremos mais do que duas plantas no mesmo furo. A representante de Manaus gostou tanto que já se inscreveu para o próximo Curso. Definitivamente, a turma de SP descobriu que vale a pena se atualizar. Nós temos acompanhado muitos produtores passando dificuldades quando, na verdade, não precisava. Atualização é a palavra de ordem. Surgiram novos conceitos na hidroponia. Empresários bem sucedidos como o de Igrejinha RS (indústria de máquinas pesadas) sabe que tudo depende de "ficar ligado". O colega que veio dos EUA já pode ficar mais tranquilo, pois seu investimento na hidroponia terá menos riscos do que imaginava. Origem dos participantes: RS, SC, PR, SP, MS, RJ, MG, CE, AM, EUA e Portugal. Nós ficamos aqui, disponíveis para vocês. Bom trabalho e que nosso Deus esteja abençoando cada um de vocês, cada decisão que tomarem.

      
 
     

     

 

Como foi o 27o Curso (22 a 23/novembro/2008)


Um grande final de semana de Curso... e um grande dilúvio. As chuvas de sexta à domingo causaram uma tragédia em SC. Foi tanta chuva que fomos apenas uma vez na estufa. Inacreditável!!! Era um dilúvio ininterrupto. Tivemos que improvisar as aulas práticas, na sala, no corredor, no hall. Nem para o almoço deu para sair, encomendamos pizzas. Só um aluno teve problemas e nem conseguiu completar o Curso: ao ir para casa no sábado à noite teve problemas com buracos, alagamentos e só conseguiu chegar em casa às 9:00h do outro dia (domingo). Mas Deus estava conosco. A maioria teve que fazer malabarismo para retornar de viagem, devido a queda de barreiras, mas... chegaram! O melhor de tudo é que todos aprenderam muito de hidroponia, saíram satisfeitos e prontos para iniciar. Um destaque é que o coquetel de micronutrientes lançado pelo Furlani (ConMicros) está facilitando para que os iniciantes tenham comodidade em formular sua solução nutritiva em pequena escala. Sempre foi fácil comprar os macronutrientes, mas era mais difícil reunir os micros. Durante o Curso, a presença de um grande produtor de Fortaleza e seu respectivo agrônomo enriqueceram as discussões. Eles vieram para o Encontro de Hidroponia e ficaram para o Curso. E olha só: descobri que um dos participantes é meu primo! Outro destaque é a família do Paraná que está investindo em produção de batata semente por hidroponia. Uma das novidades do Curso é o sistema mini-floating, uma "simplicidade"! Agora vamos em frente, ficamos em contato para qualquer dúvida e sugestões. Grande abraço a todos em bom ano novo.

           

           


In memoriam ao colega, cujo avanço estava sendo estupendo. Veja a rúcula dele.
Teve problemas de vesícula no dia 15/jan e faleceu dia 18/janeiro.
           

 

Como foi o 26o Curso (19 a 20/julho/2008)


O Curso do LabHidro consegue surpreender mesmo aqueles que já o conhecem. A dinâmica de ensino e aprendizado adotada no Curso é muito prática e fácil de assimilar. Mesmo "lo hermano" que nunca viu hidroponia, nem conhecia os materiais básicos, retornou para seu país pronto para montar sua primeira bancada teste. Um curitibano que já havia feito o Curso há tempos atrás, veio buscar as últimas novidades para definir novos potenciais de cultivo, não se arrependeu, e ainda ampliou seus conhecimentos. Mas que turma variada: advogado, geólogo, agricultor, ceramista, técnico agrícola, veterinário, produtores hidropônicos, professor universitário, dona de casa, aposentado(a), tecnólogo em eletrônica, comerciante, bancário, biólogo, marketing(s), relações internacionais, comércio exterior, agrônomo, secretários de prefeitura, estudantes (agronomia, eng. de computação...) e comerciante. Posso dizer que este foi o Curso dos ambientalistas. Foi marcante perceber que os participantes vieram em busca de um sistema de cultivo limpo, sadio, de menor impacto ambiental. Antes, boa parte dos alunos vinham com certa dúvida e faziam o Curso para saber "qual é?". Isto foi mudando com o tempo. Mas agora, chegaram com tudo, de forma explícita, vieram sabendo o que queriam. E não ficou só nas manifestações pessoais não! Houve prefeitura que enviou dois secretários (da Agricultura e o da Saúde e Meio Ambiente), empresa de gestão ambiental que enviou biólogo e revista agrícola que enviou seu técnico. Outra coisa bonita de ver foi a esposa de um ex-aluno do Curso. Ela ficou tão encantada com os conhecimentos levados pelo marido que não deu para aguentar: vai pegar junto. E agora virou moda: netos matriculando seus avós no Curso. Mas o que mais nos deixa satisfeito sempre é a oportunidade do convívio fraterno e profissional. São dois dias vividos intensamente. Não dá tempo para cansar. O LabHidro trabalha em equipe. Todos merecem atenção especial e é assim que nos preparamos. Caros colegas, continuem mantendo contato. Nós continuamos aqui, mas ao lado de vocês aí. Não esqueçam que a bancada individualizada aponta para o futuro. Ela indica a estabilidade no sistema NFT. E vocês viram que elas não são "tão individualizadas assim". Numa estufa, cheia delas, a reposição é feita com um simples abrir e fechar de registro. Deus abençoe cada um e escrevam.

          

           

           

 

Como foi o 25o Curso (29 a 30/março/2008)


Pergunto a cada um de vocês: "Tinham, vocês, em mente que o Curso seria tão produtivo assim?!" Quem pensava em receber um monte de receitas acabou ficando parcialmente surpreso. Demos o pão e ensinamos a pescar. E finalmente os catarinenses deram um banho: vieram em 12. Houve empate entre gaúchos e paranaenses (4+4) e teve 2 paulistas, 1 mineiro, 1 baiano, 1 cearense e uma italiana. Interessante mesmo são os casais: juntando forças para ampliar novos horizontes para a família. O casal de Cruz Alta já produz para seu supermercado, mas vão mais longe. Outro casal vai arrasar em Londrina. O Amigo de Fortaleza já administrou dezenas de estufas na Califórnia, mas agora está montando seu próprio negócio no litoral brasileiro. Neste Curso havia muitos produtores hidropônicos. Tinha professores, doutores, biólogos, químicos, físico, zootecnista, eng. eletrônico, advogado, agrônomo, engenheira florestal, criadora de cavalo, produtor de morango, professores de ensino médio, produtor rural, empresários, consultores... Alegria foi do baiano que ficou sabendo que nem toda água é dura e salgada. Bem, o LabHidro também ficou contente, pois vai ganhar duas caixas de abelha sem ferrão para polinização dos morangos (já que nos roubaram as 4 caixas no início do mês: uma de jataí e três de mirins). Gente, vamos continuar conversando. A medida que forem testando seus sistemas nos deixem atualizados. Vejam um depoimento que nos foi passado no dia seguinte: "...Tenha a certeza que todos saíram do CCA-UFSC capacitados a iniciar uma pequena hidroponia. Foram passadas todas as ferramentas. Fica a cargo de cada um utilizá-las...". Isto é muito gratificante para todos que fizeram parte deste Curso. Foram dois dias muito especiais. E para fechar, outro depoimento confortante: "Foram dois dias pra relaxar... sinceramente relaxar! Achei que estaria "morto" pois nos dois dias depois do curso ainda tive que trabalhar das 19:00h à 01:00h da madruga, mas estou aqui, trabalhando muito mais feliz!!!" Abraços.

       
       
       

   
     
 

Como foi o 24o Curso (24 a 25/novembro/2007)


Depois de fechar com chave de ouro o 2o Encontro de Hidroponia, ficou mais tranqüilo ainda realizar o Curso de Hidroponia. Com 47 candidatos, conseguimos fechar uma turma de 28. Todos muito especiais. Os mineiros chegaram de mansinho: quando vi tinha três produtores. Trouxeram suas experiências e suas ansiedades com relação ao calor e a baixa umidade relativa. Por falar em calor, o que dizer dos dois produtores de Marabá-PA? Lá, a verdura ou vem de SP em caminhão refrigerado ou é hidropônica. Feliz mesmo é nosso amigo de Portugal: tradicional produtor do solo, o chamaram de louco ao introduzir a hidroponia. Como outros tantos, veio ao Brasil buscar nossa tecnologia e retornou satisfeito por conhecer Florianópolis. O vinho do Porto e o Licor agradaram a todos. A mãe e filha de Goiânia-GO já pensam em retornar para o 3o Encontro (nov/2008), mas antes, vão enviar o resto da família para fazer nosso próximo Curso. Bom mesmo foi ver os dois paraibanos (da região seca do Cariri) grudados na janela, pois não conseguiam parar de olhar a vegetação verde. É de encher os olhos de lágrimas! Novamente, Campo Grande-MS enviou seu representante. Mas desta vez, ninguém bateu os gaúchos e catarinenses, pois deixaram os paulistas e paranaenses na minoria. O produtor "gaúcho de Passo Fundo-RS" fala pouco, mas conhece muito. Aliás, este Curso teve duas marcas: a presença de muitos produtores (a maioria sempre é de leigos) e a presença de gente ligada ao turismo e arquitetura...Gente, continuamos conversando! Que Deus os abençoe. O Zé e o Xavanta mandam abraços. Sabemos que vocês não ficaram com fome: "coitada da jabuticabeira!". Mas não tem problema, ela já está carregada de flores e frutos novamente. Abraços.

       
       
       
     
   

 

Como foi o 23o Curso (21 a 22/julho/2007)


Creio que estes dois dias serão inesquecíveis para os participantes do 23o Curso. Durante os dois dias receberam um mundo de informações, novidades, jeitos e formas de se fazer hidroponia com tranqüilidade, sem estresse. Aliás, "sem estresse" é disso que as plantas precisam. Nossa amiga mineira de BH chegou com uma sacola cheia de perguntas e dúvidas, mas bastaram algumas horas de atividades e ela já estava sorrindo, cheia de planos. Só não voltou no primeiro vôo de segunda porque os vôos foram todos cancelados (mandaram para um hotel, pois quem sabe na terça ou quarta!). Sabedoria mesmo é com o Seu Raimundo, um homem da "lida do campo" aceitou o desafio do filho: juntos, numa nova caminhada. E aquele casal, ambos formados em agronomia... sai da frente que aí vem gente! Outra coisa, os "germanos" de Lageado-RS saíram com toda corda: em breve teremos produtos hidropônicos por todo vale do Taquari. Além da deliciosa "schimier" (geléia) de Grumixama tivemos uma novidade: o Zé providenciou um espetinho de churrasco para melhor integração da Turma. Foi a nossa sorte, pois sair para almoçar com aquele dilúvio no domingo...! Os inscritos eram do RS, SC, PR, SP, RJ, MT, MG e PE. Saudações a todos. Vamos continuar nossa conversa mesmo à distância. E vamos sempre agradecer a Deus por ele nos capacitar com diferentes dons. Não esqueçam que em novembro teremos nosso Encontro de Hidroponia, um evento raro. Abraços.

               

 

Como foi o 22o Curso (17 a 18/março/2007)


Imaginem no que pode dar quando se reúne, por dois dias, um grupo de gaúchos, catarinenses, paranaenses, paulistas, mineiro, brasiliense, maranhense e paraense: é do chimarrão à água de coco. O conterrâneo de Viamão só faltou vir de pilcha, com a garrafa térmica numa mão e a cuia na outra. Já o mineiro de Poços de Caldas chegou falando de mansinho, pelos cantos, como se não estivesse muito interessado... mas depois!!! só não teve coragem de contar piada de gaúcho! Mas o mais fácil de identificar as origens foi, lógico, o curitibano: tem pele de norueguês; já sabia que sol existe mas nunca tinha visto. Um destaque neste Curso foram os acadêmicos: tinha professor de escola técnica federal, de escola estadual, de universidade, professor aposentado, acadêmicos de agronomia, de biologia, de informática, de biotecnologia, de administração e doutorandos em química e em ciência dos alimentos. De Cascavel-PR veio pai e filho; de Joinville veio noivo e noiva. Como sempre o público é variado e, não diferente, são suas expectativas. Gente que já tem hidroponia, gente que arrendou hidroponia, gente que está comprando sítio com hidroponia, gente que deseja montar seu sistema e aqueles que desejam conhecer a hidroponia para depois então tomar decisões. De Corupá, terra da banana, o bananicultor veio decidido a expandir os negócios da propriedade, pensando nos filhos. Também, tivemos um participante do 1o Encontro de Hidroponia, lá de Tapejara-RS. Como não poderia deixar de ser, para o LabHidro, cada Curso é um momento especial, momento único, sem igual. Turma maravilhosa, cheia de energia (e famintos porque alguém comeu o meu peixe grelhado no almoço!!!). Um abraço a cada um de vocês. Ficamos aqui prontos para atendê-los. Sempre que tiverem uma dúvida escrevam, façam contatos.

                    

 

Como foi o 21o Curso (25 a 26/novembro/2006)


Depois da realização do "1o Encontro Sul-Brasileiro de Hidroponia" a satisfação dos participantes do "20o Curso" era grande pois conseguiam entender cada vez mais de que a hidroponia realmente tem um futuro muito promissor. Tudo que foi debatido durante o Encontro e que diz respeito ao controle biológico e as técnicas utilizadas para reduzir a infestação de pragas e patógenos tem fundamento e já vem sendo utilizada. Desta vez veio gente da Bahia, o qual percebeu que não precisa ficar tão assustado com o calor de lá. É possível conviver com temperaturas elevadas a partir do momento que tomamos medidas para administrar esta adversidade. Obviamente que dá mais trabalho, muita vigilância e um planejamento melhor. Este recado também valeu para o pessoal do RJ, de Foz do Iguaçu/PR e de Campo Grande/MS. Mas por falar em localidades, tivemos uma disputa a parte: haviam três representantes da cidade de Campo Bom/RS e três de Otacílio Costa/SC. Sem falar no uruguaio mais vivido da face da Terra: viajou o mundo, o Brasil, cada Estado, cada cidade e já fez de tudo, já trabalhou no imaginável e imaginável. E ele não deve ter mais do que 30 anos. Sua intenção é automatização de estufas hidropônicas. Agora, entusiasmo e raça mesmo é o colega de Terenos/MS: é produtor há anos, fez tudo na raça, mas agora descobriu o poder da rúcula. Preparem-se campinenses! Outro lado positivo são as empresas: elas estão chegando!!! Empresas de sementes de Porto Alegre; empresa incubadora da UFRGS; empresa de produtos para hidroponia (Blumenau); empresa do ramo da arquitetura; e de engenharia civil. Como sempre, há também muitos estudantes: da agronomia, direito, biologia... e mais um médico (ortopedista). Enfim, foi mais uma experiência que deu frutos. Ficamos muito agradecidos pela oportunidade e ficamos a disposição de vocês. Sabem que teremos sempre uma atenção especial por cada um. Nosso obrigado!

          

 

Como foi o 20o Curso (22 a 23/julho/2006)


 Num período de estiagem, em toda região sul, que se arrasta desde 2002, elevando uma forte crise na agricultura, os participantes do Curso puderam ver de perto que é possível criar alternativas para não depender tanto das condições ambientais. E em pleno mês de julho, dava para ficar indeciso se ficava no Curso ou ia para a praia. Nosso amigo de Santarém - Amazonas, tinha comprado casaco de pele e o de Maranhão teve mais sorte pois trouxe camisa de manga curta. Quanto ao público continua diversificado: estudantes de diferentes áreas, empresários de diferentes ramos, aposentados ou "em vias de", teólogo, irmãos agricultores, pai - filho - empregado, marido e esposa, hidroponistas de longas datas e estreantes, professor de universidade, de colégio agrícola e de matemática, veterinário, engenheira civil... Enfim, veio gente de Novo Hamburgo/RS, Videira/SC, Urubici/SC, Canoinhas/SC, região de Florianópolis, Cascavel/PR, Entre Rios do Oeste/PR, Guaratuba/PR, Ponta Grossa/PR, Campo Grande/MS, Santarém/AM, Alto Parnaíba/MA entre outros. Os interesses vão desde tomate, morango, alface, rúcula, agrião da água, mas a forragem hidropônica para alimentação de cavalos e vacas continua sendo uma novidade crescente. Nos colocamos a disposição para ajudá-los em suas futuras caminhadas, para que as mesmas sejam feitas pé no chão e passo a passo. Gente, ficamos em contato permanente. Boa dedicação a todos! 

           

 

Como foi o 19o Curso (18 a 19/março/2006)


 Foram dois dias de muito calor, mas a sala climatizada nos aliviava e fazia esquecer aquele calor abafado. Aliás, bem atípico para Floripa. Para onde vai nosso clima?! O bom é que todos puderam perceber que na estufa com a tela aluminada estava mais fresquinho do que no lado de fora, o que é verdadeiramente incrível. A procura pelo Curso continua sendo grande de tal forma que acabamos acomodando mais gente do que o previsto. E este foi o Curso das mulheres: elas tomaram conta. Havia mãe com filho, tia com sobrinho, amiga que trouxe a vizinha, moça que deseja mudar de ramo, senhora que tem sítio e pretende montar hidroponia, outra que deseja aprender hidroponia para depois comprar um sítio, e outras cujo motivo é curiosidade e/ou montar horta caseira. Mas os homens não se deixaram abalar. Nosso amigo de Garopaba vai levar a hidroponia para o município de Costa Rica no Mato Grosso do Sul e o produtor de Pindamonhangaba quer ampliar sua produção que segundo ele é "insignificante" (10.000 pés/mês). Nada como os padrões de São Paulo!!! São bem diferentes dos demais Estados. Agora, outra grande novidade foi o número de interessados pela forragem hidropônica para cavalos. Não estávamos tão preparados para esta demanda, principalmente neste Curso, mas daremos todo apoio que for possível, repassando e trocando informações. Vamos em frente! No mais... SC predominou neste Curso, mas PR, RS e SP foram marcantes.
Um grande abraço a todos e obrigado pela presença. Ficamos nos comunicando.

     

Como foi o 18o Curso (19 a 20/novembro/2005)


 O mais surpreendente deste Curso foi a sintonia que havia entre os presentes. Talvez fosse pela diversidade de pessoas oriundas de todos os cantos. Seja dos pampas seja do "além mar", todos estavam inspirados e contribuíram muito uns com os outros. Até parece que saiu um avião de Lisboa, em linha quase reta, com escalas em Fortaleza, nas redondezas do pantanal, e nos estados de SP, PR, SC e RS. Depois aterrissou na ilha da magia. O resultado não podia ser outro: uma rodada de chimarrão com erva buena barbaridade com aperitivo de vinho do porto. Precisa dizer mais?! A invasão de portugueses foi uma novidade. Eles mesmos admitiram que acabaram de re-descobrir o Brasil. Alô! Alô! Portugal: preparem-se, pois a hidroponia vai entrar com tudo nesta terra maravilhosa. Os sul-matogrossenses também vieram em comitiva. Mas não adianta, ninguém supera os gaúchos, catarinenses e paranaenses. Eles vem, geralmente a dois: pai e filho, dois amigos, dois sócios... O bom nisso tudo é que no final, todos saem com um objetivo comum, mas cientes que devem esperar a hora certa para, então implantar um sistema de cultivo de maior proporção. Claro que alguns já trabalham ou trabalharam com hidroponia e, estes, já vão para o abraço. Os demais, ou pretendem ficar no sistema caseiro ou vão iniciar pelo sistema caseiro. Outro fato importante no Curso foi a participação mais intensa dos bolsistas do Laboratório. Tanto eles como os participantes saíram satisfeitos.

                

Como foi o 17o Curso (23 a 24/julho/2005)

  
 E
u diria que foi um Curso especial. Foram muitos os contratempos, os imprevistos, mas nos sentimos uma família. Aliás, bota família nisso: casal de Floripa, casal de Tocantins, casal de Grão Pará, pai e filho de Curitiba, dois futuros sócios de Criciúma, duas colegas universitárias do Paraná (capacitação para trabalho de conclusão de curso em Administração, TCC). Gente de todo lado. Nossa amiga pernambucana, que mora em Jundiaí/SP simplesmente "encarangou" de frio. Nem o chocolate de "leite quente" resolveu. Pior foi o casal de Palmas que não conheciam frio e se hospedaram na Lagoa. O amigo de Rondônia veio de manga curta e jaqueta jeans. Bem, mas este já é acostumado a viver na adversidade: faz hidroponia com água "dura". Temos certeza que nosso representante nipônico vai cultivar forragem hidropônica melhor do que sabe falar português, e o paulista de São Roque vai dominar os 7.000m2 de estufa hidropônica dele. Interessante que desta vez veio somente um representante do RS: gaúcha de portinho.
  Apesar das aulas práticas terem sido resumidas, aproveitamos para inserir assuntos práticos que, com certeza, serão de grande valia e vão fazer a diferença. Se o Ricardo e o Adir quiserem incrementar a questão dos custos, investimentos, viabilidade... ficamos de prontidão.
  Um grande abraço a todos. Continuaremos aqui, a lhes passar mais informações (e a receber também).

                 

Como foi o 16o Curso (19 a 20/março/2005)


  O público de nosso Curso continua sendo uma diversidade e tanto. De médico a pequeno produtor rural. De estudante a produtor hidropônico de 1.000 pés dia (alface, rúcula e agrião da água). Os professores de ensino médio continuam marcando presença: professor de química, professora de informática e professor de física. O casal de Cachoeira do Sul-RS (Otto e Iara) finalmente conseguiram fazer o Curso. Os paranaenses sempre vêm: desta vez de Cascavel e de Telêmaco Borba. Outro inscrito, veio da Inglaterra especialmente para o Curso.
  Os agrônomos estão percebendo que é necessário se atualizar: só neste Curso haviam três, além de dois técnicos agrícolas. A empresa RIGESA continua enviando seus funcionários (total de 4). E parabéns ao CERENE que enviou um técnico (trabalham com drogados).
  Na verdade, queremos desejar nossos Parabéns a todos. Que Deus os abençoe!

        16o Curso

       15o Curso
 

        14o Curso
 

  13o Curso
 

          12o Curso

 

Como foi o 11o Curso (26 a 27/abril/2003)


  Num calor de verão, típico da "ilha da magia", tivemos uma grande família, reunida, com muita descontração e muito aprendizado. Se tudo der certo, teremos hidroponistas do Pará à Rondônia. Nosso amigo de Palmas perdeu o trem e não veio. O casal de paulistas saiu prometendo que seus melões hidropônicos serão ainda mais deliciosos. E os dois casais de Porto Alegre nem esperaram o finalzinho do Curso e correram para o aeroporto (lembrem... sempre recomendo começar com uma bancada caseira).
  Por falar em portoalegrense, descobrimos um com uma mistura de sotaques: "argentino +  catarina + gaúcho da fronteira + magro do Bonfim". Tudo ficou melhor esclarecido ao explicar que costuma surfar em Garopaba (lá, reúnem-se argentinos, gaúchos de todas as nações e catarinas).
  Vale destacar a turma de Joinville e de Jaraguá do Sul. Estão presentes em todos os Cursos.
  A presença de um cirurgião cardiovascular deixou todos mais tranqüilos, pois a Diva botou todo mundo para trabalhar no sol de 40 graus.
  Colegas... foi um prazer enorme. Espero que tenham bons fluidos e frutos!!! Não esqueçam de começar com uma bancada caseira (pode ser igual a que construímos) e com os vasos. O nosso amigo arquiteto, saiu cheio de planos.
  O pessoal da empresa de reflorestamento, lá de Três Barras, saíram bastante satisfeitos e devem enviar mais um pesquisador para nosso próximo Curso. Como dissemos, podemos trabalhar em conjunto, e os avanços serão enormes.
  Obrigado!  Nós também aprendemos muito com cada um de vocês.


Como foi o 10o Curso (23 a 24/nov/2002)


  Foi um final de semana e tanto! Desta vez, houve uma invasão de gaúchos. Descobriram que até o professor é gaúcho. Tinha gente de Santa Vitória do Palmar (extremo do extremo Sul), de Bagé, de Cruz Alta, de Caxias e muitos do "portinho". Disseram que "tinha mais gaúcho do que gente". Tinha inclusive um gaúcho daqueles "itinerante" que não lembra mais de onde surgiu, só sabe que atualmente está em Lages.
  Mas um paranaense fez questão de registrar sua presença, representando a capital do frio e da nuvem única (a nuvem chega pela manhã e vai embora a noite).
  Claro que haviam catarinas e paulistas e, também, uma carioca. Definitivamente, os argentinos descobriram nosso Curso: veio um casal e a esposa de um argentino que havia feito o Curso e que está implantando uma estufa.
  Veja como a hidroponia desperta o trabalho em família. Dos participantes, haviam três casais e um pai & filho (isto porque um quarto casal só conseguiu uma última vaga).
  Os universitários também não ficam para trás: total de seis. Os estudantes da Engenharia de Alimentos ficaram pasmos quando souberam que a alface hidropônica tem menos nitrato do que a alface cultivada pelo método tradicional e pelo método "orgânico". Ficaram interessados em mostrar isso para seus professores e colegas.
  Realmente, as professoras da rede privada, estadual e municipal estão de vento em polpa. Só neste curso, haviam quatro. Interessante, como o trabalho comunitário está presente nestas pessoas. Trabalham como voluntárias com meninos de rua e/ou junto aos pais.
  A turma ficou surpresa ao saber que estão recebendo informações de hidroponia primeiro que os alunos da universidade (recém foi criada uma disciplina, que não é obrigatória) e que estamos no mesmo nível de outros países (o que existe de diferente em certos países é alguns projetos privados de grande investimento e de algumas universidades que dispõe de recursos).
  
SUGESTÕES DO GRUPO: agilizar uma empresa de venda de produtos especializados e de alguma forma (site, lista de discussão ou encontros) mantê-los informados das novidades.

Obrigado pela oportunidade de conhecê-los e pela troca de conhecimentos!!!

Como foi o 9o Curso (21 a 22/set/2002)


  Desta vez, as professoras botaram para quebrar. Entre outras, veio a própria diretora da Escola (Escola Dinâmica). Na mesma semana, já estava instalando uma pequena bancada de cultivo hidropônico, com fins didáticos.
  Uma das grandes atrações foi a chegada surpresa do Seu Elias. No clarear do dia, no domingo, quando a turma chegou, Seu Elias já estava no LabHidro. Claro que foi intimado a dar umas pinceladas a respeito da sua plantação de tomate hidropônica. Encheram de tantas perguntas que ele ficou meio zonzo.
  Outra grata satisfação foi a inscrição do colega Zalias, de Balneário Camboriu. Iniciamos quase juntos há alguns anos. Sabe muito, mas veio se aprimorar.
  É sempre assim. Cada Curso tem sua própria identidade.
  Os paranaenses mandaram o aluno de Engenharia Mecatrônica - PUC, o Douglas Guimarães. Salientamos que nós da hidroponia, necessitamos de atenção desse pessoal que trabalha com "controle e automação". Hoje a mão-de-obra é um problema crescente.
  Abraço a todos e muito obrigado pela oportunidade da troca de energias.



Como foi o 8o Curso (20 a 21/jul/2002)


  A Universidade Federal de Santa Catarina teve o prazer de forma mais uma turma de hidroponia. O Curso ocorreu dias 20 e 21 de julho. Foi um sábado e domingo cheio de energia, com as 20 vagas preenchidas.
  Bom se tivéssemos mais tempo, mas os dois dias foram de muitas atividades.
  O que mais chamou a atenção da turma foi a diversidade de profissionais ou pessoas, com diferentes interesses, diferentes idades, de diferentes locais, enfim.
  Haviam catarinenses, gaúchos, paulistas, cariocas e um representante de Belém do Pará. Sentimos falta do pessoal do Paraná que, excepcionalmente, não compareceram.
  Além de pessoas completamente leigas (que é muito comum no caso da hidroponia) haviam dois produtores hidropônicos (Bento Gonçalves-RS e Itajaí-SC) que vieram aprimorar seus conhecimentos.
  Também, o Beto Carrero atendeu nossa sugestão, enviando um técnico visando a reativação da sua "Horta do Futuro" no parque Beto Carrero World, no município de Penha-SC. Portanto, aguardem que logo, logo, milhares de pessoas encherão os olhos ao ver uma horta hidropônica.
  A Universidade do Contestado de Caçador, não deixou por menos. Quer introduzir aulas práticas de hidroponia.
  Um casal de Esteio-RS, quer modificar sua rotina passando a conviver mais tempo juntos, fazendo atividades mais atrativas e com produtos de qualidade. Perceberam que uma pequena bancada de produção de hortaliças, no fundo do quintal, pode dar resultados.
  Desta vez, não vieram avô-pai-filho, mas haviam pai-filho.
  E assim, tivemos outros exemplos lindos de pessoas que participaram deste último Curso.
SUGESTÕES DO GRUPO: também acham importante um futuro encontro dos mesmos, incluindo participantes dos outros sete cursos, a fim de trocar experiências e de tirar alguma dúvida eventual.
                  Nosso abraço a todos. Continua sendo um prazer!!!

                

Como foi o 7o Curso (25 a 26/maio/2002)


  Em 25 e 26 de maio, tivemos mais uma turma no Curso de Hidroponia oferecido pela Universidade Federal de Santa Catarina.
  Para ter uma idéia do público, tivemos: avicultor, eng civil, dona de casa, advogado, técnicos agrícolas, produtores hidropônicos, industriais, estudante de biologia, professor universitário da UFSC, aposentados, comerciantes, técnico em contabilidade, professor da universidade da UniVali-Itajaí, horticultora, técnico em elétrica e hidráulica, e agricultor.
  Entre tantos destaques, é possível citar a equipe da empresa paulista L.S. Verduras que vieram aprimorar seus conhecimentos afim de ampliar seus investimentos. Vieram em três profissionais, e segundo eles, ficaram muito satisfeitos com o Curso. Voltaram para Vargem Grande Paulista, cheios de planos.
  Percebemos que nosso Curso está ficando internacional. Tínhamos representantes da Argentina e da França.
  Neste Curso vieram pai e filho, lá das bandas de Porto Alegre. As vezes, temos tido casos de três gerações (avô-pai-filho). Também haviam irmão. Mas tem sido comum a presença de casais.

Como foi o 6o Curso


  Nos dias 2 e 3 de março de 2002, formou-se mais uma turma no Curso de Hidroponia oferecido pela Universidade Federal de Santa Catarina.
  De casa cheia, o LabHidro teve mais uma oportunidade de repassar tudo que tem acumulado de experiências nesses últimos sete anos (1996 a 2002), sendo cinco anos (1998 a 2002) de experiência prática na horta hidropônica que nós mesmos construímos e a mantemos durante 365 dias por ano.
  Participaram gaúchos, catarinenses, paranaenses, paulistas e um carioca.
  Entre eles, haviam aposentados, engenheiros civil-elétrico-mecânico-mec.industrial, jovens, estudantes matemática-química-agronomia-administração, administrador de empresa, comércio exterior, bancário, serralheiro, massoterapeuta, gestor ambiental e técnico agrícola.
  A Prefeitura de Petrolândia-SC mostrou que pensa longe. Enviou um representante para que o mesmo possa levar novos conhecimentos e para que se crie alternativas à comunidade local.
  Um casal de Maringá-PR também está apostando na hidroponia. Retornaram cheio de planos e logo-logo estarão no mercado.
  Enfim, deu para perceber que todos tinham planos para, no mínimo, iniciar uma bancada de cultivo caseiro.
SUGESTÕES DO GRUPO: acharam que seria conveniente, num futuro próximo, marcar um encontro dos mesmos, incluindo participantes dos outros cinco cursos, a fim de trocar experiências e de tirar alguma dúvida eventual.
                      Parabéns a todos !!!  Valeu...

Outros Cursos e Eventos:


Curso da UniCamp: www.hidroponia.com.br/eventos.htm